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DICAS

ILUMINAÇÃO EM AMBIENTES
Para que os ambientes sejam aconchegantes, práticos e convidativos, não basta ter uma boa decoração, a iluminação também tem seu papel. Por isso, é necessário encontrar o tipo ideal de lâmpada e o posicionamento ideal que ela precisa ter, para cada função a ser desempenhada.

SALA DE ESTAR/TV

Por ser um espaço, muitas vezes, utilizado para diferentes tarefas, ver televisão, receber visitas, ler e comer, recomenda-se colocar diferentes tipos de luminosidade. Para assistir TV, as luminárias de luz indireta e amarelas são as melhores opções, pois garante o aconchego. Para receber visitas, uma iluminação geral bem distribuída é o suficiente. Para alimentação e leitura, cria-se áreas com iluminação focada e direta.

FONTE: pag. 247 do livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais - 6ª edição. De Mirian Gurgel. Senac São Paulo, 2012.

FONTE: pag. 244 do livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais - 6ª edição. De Mirian Gurgel. Senac São Paulo, 2012.

SALA DE JANTAR

Para este ambiente a iluminação geral sobre a mesa de jantar é suficiente, porém deve sempre ficar atento ao tamanho da mesa e o material utilizado. Caso a mesa for muito grande, opte por dois ou mais pendentes ou lustres e se o material da mesa for vidro ou espelho (refletores), recomenda-se luminárias que emitam luz para cima, refletida e difusa. A distância mínima entre o tampo da mesa e a luminária deve ser de 90cm.

FONTE: pag. 244 do livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais - 6ª edição. De Mirian Gurgel. Senac São Paulo, 2012.

COZINHA

A cozinha é considerada um ambiente de trabalho, portanto a iluminação geral deve ser feita de maneira que não faça sombra nos cantos e deve-se iluminar os locais que mais necessitam, como as bancadas, nas quais se coloca preferencialmente luz branca (pela temperatura baixa que emana e por iluminar melhor o local) e com focos dirigidos.

ESCRITÓRIO

Este é um ambiente de serviços e por isso a iluminação deve estar próxima a mesa de trabalho (no teto ou em luminária sobre a mesa, preferencialmente luz branca) e para uma iluminação geral, pode colocar a luz amarela, pois proporcionará uma suavidade ao ambiente.

BANHEIRO

Para este ambiente o indicado é a iluminação geral com luz branca para maior eficiência e visibilidade e possuir pontos de luzes brancas focadas, principalmente no espelho, para fazer barbas e maquiagens.

FONTE: pag. 246 do livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais - 6ª edição. De Mirian Gurgel. Senac São Paulo, 2012.

QUARTO

Utiliza-se uma iluminação indireta no centro do ambiente e abajures ou spots com iluminação direcionada para leitura ou tarefas.

FONTE: pag. 245 do livro Projetando Espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais - 6ª edição. De Mirian Gurgel. Senac São Paulo, 2012.

PISOS

Os pisos também influenciam no resultado final do projeto. Tanto o tipo de material, como também a cor e a direção em que é aplicado, pode alterar o modo como percebemos o ambiente.

Uma textura conflitante com os elementos decorativos, pode causar incomodo e proporcionar um ambiente “pesado”.

Materiais com textura lisa e brilhante refletem mais a luz e o som.

Piso branco no banheiro e na cozinha, necessitarão de limpeza constante.

Evite superfícies escorregadias em áreas molhadas e áreas próximas a piscinas e spa.

Para ambientes pequenos, optar por pisos monocromáticos.

 

Carpete, madeira e laminado são mais recomendados para climas frios

Mármore, granito, pedra, refratário e cerâmica são mais recomendados para climas quentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ASSOALHO DE MADEIRA

Encontrado em diferentes cores e tamanhos.

Tacos, parquês ou tábuas proporcionam aconchego e aquecem o ambiente.

Acabamentos mais foscos riscam menos e dão mais aconchego.

(Fonte: Pag. 60, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

BORRACHA E EMBORRACHADO

Ideal em quartos de crianças ou quarto de brinquedos, salas de ginástica, escritórios, vestiários, banheiros ou ambiente de grande circulação.

Pode ser colorido ou neutro.

De fácil aplicação, antiderrapante, resistente, impermeável e isolante térmico.

Reduz ruídos.

(Fonte: Pag. 62, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

CARPETE

Ideal para ambientes que precisam de tratamento acústico.

Aquece visual e fisicamente o ambiente.

Versátil devido aos padrões e mateiras existentes.

Pode ser utilizado em qualquer ambiente.

Para evitar alergias, recorrer a carpetes antialérgico, antifungos e de baixa espessura.

Para ambientes de maior circulação, recomenda-se o tipo buclê, por ser mais resistente.

(Fonte: Pag. 63, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

CARPETE DE MADEIRA
Geralmente, o carpete de madeira é bem mais fino que os pisos de madeira maciça.

Facilidade de instalação e preço razoável.

Baixa durabilidade e um som oco ao caminhar sobre ele. Não é resistente aos raios solares.

Limpeza com pano úmido.

Indicado para áreas íntimas.

(Fonte: Pag. 61, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

CIMENTADO, CIMENTO QUEIMADO E PLACAS CIMENTÍCEAS 

Versátil e informal.

Opção barata e simples.

O cimento queimado necessita de mão de obra especializada para evitar trincas.

Pisos cimentíceos são antiderrapantes e atérmicos.

Aspecto quase natural, durabilidade e fácil manutenção.

Limpeza com pano úmido ou lavadora de alta pressão sem jato direcionado.

Indicado principalmente área externa.

(Fonte: Pag. 64 e 65, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

GRANILITE

Versátil e resistente.

Pode ser utilizado em qualquer área.

Pode proporcionar um ambiente frio.

(Fonte: Pag. 64, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

LAMINADO
Fácil de limpar.

Prática instalação.

Preço relativamente acessível.

Colocar manta de borracha sob o laminado diminui os ruídos causados pelo caminhar.

Enorme variedade de texturas, cores e padronagem.

Devem estar bem fixos e apoiados para não descolar.

Mais resistente do que a madeira.

Não risca ou mancha com facilidade.

Não tem o aspecto natural da madeira.

Limpeza: pano úmido e sabão neutro, além de produtos específicos para piso laminado disponíveis no mercado.

Indicado para qualquer ambiente, menos aqueles que recebem umidade.

(Fonte: Pag. 175, Livro Organizando espaços: Guia de decoração e reforma de residências. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2009)

(Fonte: Pag. 62, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

MADEIRA
Pode custar caro

Necessita de manutenção frequente, principalmente quando exposta ao sol e a água.

Risca com facilidade e necessita de novo tratamento (raspagem e nova proteção de verniz) após alguns anos de uso.

Como limpar: pano úmido.

Indicado para: áreas íntimas, onde a circulação é menor.

Madeiras “macias” como o pinho, podem lascar e marcar facilmente.

(Fonte: Pag. 175, Livro Organizando espaços: Guia de decoração e reforma de residências. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2009)

 

MARMOLEUM / LINOLEUM

Possui várias texturas e cores.

Tem grande durabilidade.

Revestimento caro e que exige mão de obra muito especializada.

Versátil e prático.

(Fonte: Pag. 62, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

MÁRMORE E GRANITO

Possui vários padrões e cores.

São frios.

Indicado usar em pouca quantidade para não pesar no ambiente.

Ideal para clima quente.

Piso prático.

(Fonte: Pag. 64, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

PEDRA

Deve ser utilizado em estilos mais rústicos e informais.

Deixa o ambiente acolhedor e aconchegante.

Evite acabamentos brilhantes.

(Fonte: Pag. 64, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

 

PORCELANATO, CERÂMICA, PASTILHAS E MOSAICOS DE VIDRO 

Esfriam o ambiente, por isso são ideais para climas quentes.

Porcelanato possui custo e durabilidade bem mais alto do que a cerâmica, ambos são versáteis.

Pastilhas e mosaicos proporcionam ambiente mais jovem, informal e moderno. Seus preções e cores variam conforme fornecedor.

Podem ser molhados e vale usar produtos de limpeza básicos ou específicos. Evite produtos à base de ácido.

(Fonte: Pag. 65 e 66, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012)

FONTE: Pag. 59, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012

FONTE: Pag. 61, Livro Projetando espaços: Guia de arquitetura de interiores para áreas residências –  6ᵃ ed. Miriam Gurgel, SENAC, SP, 2012

                                               COMO ESCOLHER O TERRENO OU LOCAL PARA CONSTRUIR?

  • LOCALIZAÇÃO: Muitas pessoas vão preferir comprar um terreno mais barato. A localização vai determinar qual escola seus filhos poderão ir, os comércios na redondeza e o potencial de valorização da sua casa. Verifique se o local do terreno possui os serviços e estrutura de que você precisa no dia a dia. Pense que isso refletirá em tempo e em gastos com combustível. O padrão das casas vizinhas, se são térreas ou sobrados, também deve ser observado. Se construir uma casa térrea entre dois sobrados, por exemplo, não terá incidência solar em nenhum horário.

  • CUSTO: Comprar barato é muito importante, afinal, construir uma casa não é barato. Lembre-se sempre em pensar por metro quadrado, nunca pensando no custo total. Ou seja, quando alguém falar quanto um terreno custa, pegue quantos metros quadrados ele tem de área e então divida pelo preço oferecido. Dessa forma, você poderá comparar não apenas com os outros terrenos na região mas também com os outros bairros.

       Preço por metro quadrado = Preço do terreno / área do terreno

  • TOPOGRAFIA: um terreno reto costuma ser mais caro, porém terrenos em aclive e declive apesar de serem mais em conta, necessitam movimentações de terra, aterros e estruturas de contenção e de drenagem, custos que acabam encarecendo a obra. Se a intenção é ter uma casa térrea e de fácil circulação, fuja desse tipo de terreno, pois ele demandará a inclusão de alguns degraus. Você já pensou no seu filho andando de bicicleta ladeira abaixo? Ou jogando bola no inclinado?

  • ARBORIZAÇÃO E INSOLAÇÃO: Algumas áreas de vegetação não podem ser removidas, pois está sujeito a penas gravíssimas e até prisão. Portanto não caia na do vendedor, você vai ter que consultar com o IBAMA se aquela vegetação pode ser removida para não ter surpresas no futuro. Já a iluminação, no Brasil, a face norte é a que mais recebe insolação durante o dia e terrenos com a frente nessa direção são valorizados no mercado. A recomendação é deixar os dormitórios voltados para o nascer do sol, assim como área externa com piscina. Verifique também se a incidência solar da face leste não está sendo obstruída por um prédio alto ou se um terreno vizinho vazio poderá causar o mesmo problema quando estiver construindo. A face sul é a que menos recebe sol, ideal para cozinhas e lavanderias.

  • DOCUMENTAÇÃO DO TERRENO: Certidão de Propriedade do Imóvel atualizada, certidões de ações dos distribuidores civis para os proprietários e cônjuges, assim como protestos, ações federais e execuções fiscais, IPTU, Certidão Negativa de Débitos Municipais e caso o proprietário seja pessoa física, requerer também o CND, Certidão Negativa de Débitos junto ao INSS.  Verificar a matrícula individual do lote. Estes documentos tem por finalidade mostrar a existência ou não de ações que podem colocar em risco a venda do imóvel.

  • IMOBILIÁRIAS: Verifique a idoneidade da imobiliária através de uma consulta ao CRECI, o Conselho regional de corretores de imóveis.

  • SOLO: Os solos pedregosos dificultam fundações profundas. Já os arenosos não são indicados para casas pesadas, o maior problema deles é a erosão, que pode ocasionar buracos e rachaduras sob a construção e até abalar estruturas. Deve-se contratar uma sondagem, que analisa o perfil do terreno e determina em que camadas estão os solos apropriados para apoiar a fundação. Vale lembrar também que terrenos próximos a rios, represas e nascentes, além de poderem ser áreas de preservação (que necessitam de aprovação antes de construir), também costumam ser mais instáveis e sujeitos a alagamentos.

 

      REFERÊNCIAS: http://casaeconstrucao.uol.com.br/5-dicas-de-como-escolher-o-seu-terreno/

      http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/10-cuidados-para-comprar-terreno-em-loteamento

    MZF| Arquitetura e Urbanismo

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